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Vídeo de lançamento do Painel Científico para a Amazônia
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Populações locais liderando uma ciência mais sustentável na Amazônia – BBC story works

Últimas Notícias

A floresta amazônica está se aproximando do ponto de não-retorno?

A floresta amazônica está se aproximando do ponto de não-retorno?

A Amazônia tem existido como um sistema florestal por milhões de anos, mas agora o aquecimento global, as mudanças climáticas regionais e o desmatamento podem estar interagindo para acelerar a perda da floresta, levando o sistema a um colapso parcial ou total, que...

O SPA na Primeira Reunião para o Território de Chiquitanía

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Nos dias 6 e 7 de outubro de 2023, foi realizada a I Reunião para o Território Chiquitanía, com foco na criação de um plano de Segurança Hídrica para o estado de Santa Cruz, Bolívia. Participaram dessa reunião legisladores do governo e de municípios bolivianos, além...

Painel Científico para a Amazônia (SPA) na Cúpula da Ciência na AGNU78

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Uma recapitulação dos eventos do PCA organizados na Cúpula de Ciências da AGNU, entre 19 e 28 de setembro de 2023. À margem da 78ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU78) e da Cúpula da Ciência, o Painel Científico para a Amazônia (PCA) convocou vários...

Visão do SPA

Uma autoridade global fornecendo o que há de mais atual em termos de ciência e conhecimento sobre a Amazônia relevante para politicas.

 

Missão do SPA

Sintetizar e comunicar o conhecimento científico sobre a Amazônia, integrado com conhecimento Indígena e local, para acelerar soluções para o desenvolvimento sustentável e equitativo.

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4 AÇÕES URGENTES

Moratória ao desmatamento em áreas se aproximando de um ponto de inflexão

17% da Bacia Amazônia já foi desmatada e um adicional de 17% do Bioma já foi degradado, ameaçando a sobrevivência do todo

Desmatamento e degradação zero até 2030

Salvaguardar e fortalecer os direitos dos povos Indígenas e comunidades locais é vital para conservar as florestas e combater as mudanças climáticas, fornecendo múltiplos benefícios para a sociedade

Restaurar ecossistemas terrestres e aquáticos

Restaurar e remediar a cobertura vegetal e os ecossistemas aquáticos é essencial para preservar a resiliência da Amazônia às mudanças climáticas e conservar a diversidade biológica e cultural

Uma bieconomia vibrante de florestas em pé e rios fluindo saudáveis

Acabar com as atividades ilegais e os crimes ambientais, e promover cadeias de valor sustentáveis através da integração entre conhecimento científico, Indígena e local

#AMAZONREPORT

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Um Olhar De Dentro

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Reconhecendo Um Território

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A Amazônia Diversa

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A Floresta Tropical Em Chamas

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Uma Intervenção Insustentável

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Uma Rede De Comunicação Indígena

Bacia Amazônica

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Uma Diversidade Extraordinária

Uma Diversidade Extraordinária

A Amazônia é um lugar de imensa riqueza e diversidade natural e cultural. Ela é o maior repositório de biodiversidade do mundo, abrigando mais de 10% de todas as espécies de plantas vasculares e de vertebrados do planeta. Ela abriga a maior área úmida tropical da Terra e um grande número de rios, abarcando a maior reserva mundial de água doce. Ela também é lar de cerca de 47 milhões de pessoas e de uma enorme diversidade cultural, incluindo aproximadamente 2,2 milhões de Indígenas com suas próprias identidades, práticas efetivas de gestão territorial, e ao menos 300 linguagens distintas.

RIQUEZA DE ESPÉCIES: ANFÍBIOS, AVES, MAMÍFEROS E PLANTAS

REDE FLUVIAL AMAZÔNICA

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA DA AMAZÔNIA

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Amazônia Sob Ameaça

Amazônia Sob Ameaça

Aproximadamente 17% da Pan Amazônia foi desmatada e convertida a outros tipos de uso da terra, e um adicional de pelo menos 17% do bioma foi degradado. A expansão agropecuária é principal vetor de desmatamento na Amazônia, porém, outros vetores como infraestrutura exercem grande impacto no desmatamento na região. A construção de estradas e a mineração, por exemplo, além de provocarem impactos diretos no desmatamento, também exercem impactos indiretos ao estimularem a migração, a expansão da fronteira agrícola, a urbanização e criação de novos assentamentos.

Especialistas estimam que 366.300 km² de florestas foram degradados entre 1995 e 2017. Estima-se que o total de florestas degradadas ao longo do tempo até 2017 seja cerca de 1M km2. Diversas alterações podem levar à degradação florestal na Amazônia, incluindo incêndios florestais, extração ilegal de madeira e fragmentação florestal. Além disso, Incêndios florestais e efeitos de borda causados pela fragmentação contribuem diretamente para o aumento das emissões de carbono regional e comprometem a capacidade da floresta em sequetrar carbono da atmosfera.

Mudanças no uso do solo – desmatamento, degradação florestal e incêndios – reforçam as mudanças climáticas globais, levando a mecanismos de retroalimentação positiva que reduzem a resiliência da floresta. Elas também aumentam o estresse à seca e o risco de incêndios, transformando a Amazônia em uma fonte de carbono, aumentando a mortalidade de árvores, e, em última análise, podendo levar a um ponto de não retorno em que florestas contínuas podem ser substituídas por ecossistemas degradados de dossel aberto. Estes efeitos em cascata provocariam impactos tremendos no clima e, consequentemente, na agricultura, na geração hidrelétrica, assim como na saúde e no bem-estar humano.

DEGRADAÇÃO FLORESTAL E DESMATAMENTO NA BACIA AMAZÔNICA (1995-2017)

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Vetores de Desmatamento e Degradação

Vetores de Desmatamento e Degradação

Ações humanas são vetores diretos de desmatamento, incluindo a expansão de áreas de pastagem e de cultivo, a abertura de novas estradas, a construção de barragens hidrelétricas, e a exploração de minerais, petróleo e gás natural. Vetores indiretos influenciam as ações humanas, como lacunas na governança, estruturas institucionais problemáticas, enfraquecimento das políticas, aumento dos crimes ambientais, ou condições do mercado de commodities. múltiplos vetores afetam as taxas de desmatamento e degradação de modo simultâneo, tornando um desafio estimar seus impactos isolados.

MINERAÇÃO: CONCESSÕES OFICIAIS E ATIVIDADES ILEGAIS

ARRENDAMENTOS DE PETRÓLEO E GÁS NA AMAZÔNIA

BARRAGENS EXISTENTES E PLANEJADAS NA AMAZÔNIA

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Buscando um Futuro Sustentável para a Amazônia

Buscando um Futuro Sustentável para a Amazônia

Uma rede de mais de 6.000 Terras Indígenas (TIs) e Áreas Protegidas (APs) ao longo de oito países e um território nacional cobrem cerca de 50% da Bacia Amazônica. Eles são alguns dos pilares da conservação, assim como da autodeterminação e dos direitos territoriais dos povos Indígenas e comunidades locais (IPLCs da sigla em inglês). TIs e APs apresentam taxas de desmatamento e degradação menores do que florestas desprotegidas. Todavia, elas estão sob constante ameaça pela expansão da fronteira agrícola, desenvolvimento de projetos de infraestrutura, concessões extrativistas sobrepostas, e políticas visando alterar seus limites e nível de proteção. Apesar das pressões enfrentadas por APs e TIs, elas são inquestionavelmente essenciais para a conservação das florestas tropicais e dos ecossistemas aquáticos da Amazônia. Entre 2000 e 2018, apenas 13% da área total desmatada na Bacia Amazônica estava localizada dentro de TIs e APs, embora coletivamente elas cubram mais de metade das florestas da região.

Além do fortalecimento de direitos territoriais, outras soluções para a Amazônia incluem: a) Medidas para conservar, restaurar e remediar sistemas terrestres e aquáticos, considerando um plano de ação urgente para zerar o desmatamento, a degradação e os incêndios florestais em toda a Amazônia; 2) Desenvolver políticas inovadoras para a bioeconomia e quadros institucionais para o bem estar humano-ambiental e para as florestas em pé e rios fluindo, o que inclui investimentos em pesquisa, produção e comercialização de produtos da sociobiodiversidade amazônica. Isso deve ser apoiado por investimentos em ciência e educação, pela criação de hubs e centros de excelência em tecnologia na Amazônia, e pela integração entre o conhecimento científico e o conhecimento Indígena e local (ILK, da sigla em inglês); 3) Fortalecer a cidadania e governança amazônica, o que inclui a implementação de sistemas de governança bio-regionais e bio-diplomáticos (diplomacia ambiental) para promover uma melhor gestão dos recursos naturais e fortalecer os direitos humanos.

TERRITORIOS INDÍGENAS E ÁREAS NATURAIS PROTEGIDAS

Para mais informações sobre o escopo geográfico utilizado pelo SPA, veja
Os múltiplos olhares para a Amazônia: limites geográficos e significados

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AMAZÔNIA REAL

Um olhar de dentro

PHOTOGRAPHY PROJECT

A agência independente de jornalismo investigativo Amazônia Real foi fundada em 2013 em Manaus, no norte do Brasil. Sua missão é preparar relatórios de interesse das populações da Amazônia com base em dois princípios: transformação social e justiça ambiental. Em sua cobertura, povos indígenas e tradicionais, quilombolas, mulheres, grupos humanos vulneráveis ​​(como refugiados e imigrantes), e defensores do meio ambiente e das florestas são uma prioridade. A produção de conteúdo é pensada e realizada a partir da perspectiva das populações locais, de modo a dar voz às populações tradicionais.

Hoje, a rede de profissionais da Amazônia envolve cerca de 40 pessoas, entre fotógrafos, jornalistas e cientistas das mais diversas áreas, que contribuem não apenas com o conteúdo jornalístico, mas também com a promoção de atividades que unem o conhecimento ancestral ao conhecimento científico sobre temas relevantes para a região, como crises climáticas e hídricas, desmatamento, incêndios, o impacto de grandes empreendimentos na Amazônia, e os desafios da ciência e da mineração em terras indígenas.

A agência Amazônia Real desenvolve oficinas de capacitação para estudantes e jovens líderes indígenas. Organizou um festival de documentários chamado “Cine Real” e as exposições 'Amazônia, os extremos' e 'Olhando dentro da floresta'.

As imagens deste trabalho são uma seleção dessas duas exposições e da documentação recente da pandemia de Covid, que afeta principalmente as populações mais vulneráveis ​​da Amazônia.

Participam na galeria: Alberto César Araújo, Ana Mendes, Bruno Kelly, Cícero Pedrosa Neto, Emily Costa, Fernando Crispim, Juliana Pesqueira, Lilo Clareto, Marcela Bonfim, Raphael Alves, Yanahin Waurá e Yolanda Mêne.

Alberto César Araújo
Editor de Fotografia

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01. Na comunidade Pesqueiro II, em Manacapuru, Amazonas, uma mulher carrega a água que retirou do leito do rio Solimões em outubro de 2012, durante a seca dos rios amazônicos.

(Foto: Raphael Alves / Amazônia Real)

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02. Imagem digital com intervenção em tinta e carvão vegetal do funeral do agente de saúde indígena Clodiodi Aquileu Rodrigues de Souza, 23 anos, morto em junho de 2016 por um grupo de fazendeiros no episódio conhecido como 'Massacre do Caarapó', onde outros cinco Guarani e Kaiowás foram mortos e outros seis ficaram feridos. O local do massacre - Toro Paso - foi renomeado para Kunumi Poty Verá, o nome indígena de Clodiodi.

(Foto: Ana Mendes / Imagens Humanas / Amazônia Real)

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03. Crianças quilombolas brincam em frente ao Real Forte do Príncipe da Beira, às margens do rio Guaporé, em Costa Marques, Rondônia, em outubro de 2015. Essa comunidade se estabeleceu em torno do Forte em 1942 e enfrenta um conflito de terras com o Exército brasileiro, que restringiu o acesso da população ao território.

(Foto: Marcela Bonfim / Amazônia Real)

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04. Uma criança carrega um tucunaré na vila do Cacau Pirêra, às margens do Rio Negro, em setembro de 2012, durante a seca dos rios da Amazônia em Iranduba.

(Foto: Raphael Alves / Amazônia Real)

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05. Maria do Socorro Silva, líder da Comunidade Quilombola de Burajuba em Barcarena, Pará, em março de 2018. Depois de denunciar a empresa norueguesa Hydro Alunorte pela contaminação da água nas comunidades, Socorro é hoje uma das pessoas mais ameaçadas na Amazônia.

(Foto: Cícero Pedrosa Neto / Amazônia Real)

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06. Um menino da vila Katxuyana pula sobre o rio Cachorro, no oeste do Pará. Os Katxuyana foram retirados de seu território em 1968 pela Missão Francesa, com o apoio da Força Aérea Brasileira. Desde 2003, as famílias Katxuyana começaram a retornar ao local, em um processo que chamam de 'retomada'. Hoje, eles reivindicam o título da terra.

(Foto: Ana Mendes - Agência Pública / Amazônia Real)

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07.Menina do rio Juruá, no sudoeste da Amazônia, durante a estação das cheias na cidade de Eirunepé, em janeiro de 2013. As mudanças cada vez mais drásticas no regime hídrico das bacias dos rios Negro e Solimões têm provocado o aumento da fome, da sede, de doenças e da mortalidade animal.

(Foto: Alberto César Araújo / Amazônia Real)

INFO

08. Povos indígenas marcham em protesto pela Esplanada dos Ministérios em abril de 2018, em Brasília, durante o Acampamento Terra Livre, uma mobilização indígena que reúne milhares de pessoas há 17 anos.

(Foto: Yanahin Matala Waurá / Amazônia Real)

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09. Crianças do povo Cinta-Larga na Terra Indígena Roosevelt, em Espigão D'Oeste, Rondônia, durante a 'Caravana da Esperança', realizada pelo Grupo Clamo para levar 300 autoridades dos três poderes até Roosevelt, para que conhecessem a realidade dos povos indígenas provocada pela mineração de diamantes e pela ausência do poder público.

(Foto: Marcela Bonfim / Amazônia Real)

INFO

10. O Cacique Adílio Arabonã Kanamari, em novembro de 2018, na Terra Indígena do Vale do Javari, na Amazônia, onde vive a maioria dos povos isolados ou contatados recentemente. A falta de assistência médica faz com que grupos étnicos sofram de doenças infecciosas como hepatite e AIDS. Hoje, eles são bastante afetados pela pandemia de Covid-19.

(Foto: Bruno Kelly / Amazônia Real)

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11. Mulheres Munduruku em julho de 2017 em frente à barragem da Usina Hidrelétrica de São Manoel. Elas subiram pelos rios até a usina, na fronteira dos estados do Mato Grosso e Pará, para que seus xamãs pudessem acalmar o espírito de seus ancestrais. A construção foi realizada em um local sagrado para o povo Munduruku.

(Foto: Juliana Pesqueira / FTP / Amazônia Real)

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12. Manifestação de Povos Indígenas de Roraima perante a Assembléia Legislativa de Roraima, em Boa Vista, em outubro de 2016, para exigir a revogação da Portaria 1.907, que retirou da Secretaria Especial de Saúde Indígena a gestão orçamentária e financeira relativa à política de saúde pública para os povos indígenas. Eles também se manifestaram contra o Projeto de Emenda Constitucional que congelou os gastos públicos no Brasil por 20 anos.

(Foto: Yolanda Mêne / Amazônia Real)

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13.Grupo de homens do Povo Munduruku em julho de 2017 na Usina Hidrelétrica de São Manoel. Eles subiram pelos rios até a usina, na fronteira dos estados do Mato Grosso e Pará, para que seus xamãs pudessem acalmar o espírito de seus ancestrais. A construção foi realizada em um local sagrado para o povo Munduruku.

(Foto: Juliana Pesqueira / FTP / Amazônia Real)

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14.'O paliteiro'. É como os habitantes locais chamam as árvores mortas pelo represamento das águas do rio Xingú em Altamira, Pará, cidade que sofreu o maior impacto com a instalação da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Imagem de novembro de 2018.

(Foto: Lilo Clareto / Amazônia Real)

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15.Habitantes do bairro Jardim Independente I, conhecido como Lagoa, em Altamira, atingido pela barragem no rio Xingu durante a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Imagem de novembro de 2018.

(Foto: Lilo Clareto / Amazônia Real)

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16. Movimento na zona portuária de Manacapuru, Amazonas, durante a pandemia de Covid-19. Neste momento, era a cidade com a maior taxa de mortalidade no Brasil.

(Foto: Raphael Alves / Amazônia Real)

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17.Coveiro prepara sepulturas durante um enterro coletivo no cemitério público de Nossa Senhora Aparecida, em Manaus, Amazonas, durante a pandemia de Covid-19. O conselho da cidade adotou o sistema de trincheiras para responder à alta demanda por enterros.

(Foto: Raphael Alves / Amazônia Real)

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18. Pessoas caminham pela rua Marechal Deodoro durante a reabertura do comércio, em Manaus, em meio à pandemia de coronavírus. A cidade foi uma das mais afetadas, mas mesmo diante do caos da saúde, as autoridades públicas não forçaram o uso de máscaras ou decretaram o lockdown.

(Foto: Bruno Kelly / Amazônia Real)

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19. Funcionário do cemitério Parque da Saudade, em Boa Vista, caminha perto dos túmulos onde crianças Yanomami, mortas por Covid-19, foram enterradas sem identificação.

(Foto: Emily Costa / Amazônia Real)

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20. Enterro coletivo no qual foi enterrado Aldenor Basques Félix Gutchicü, vice-presidente da Comunidade Wotchimaucu do Povo Tikuna, em Manaus.

(Foto: Fernando Crispim / La Xunga / Amazônia Real)

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MUSUK NOLTE: PERU

Reconhecendo um Território

PHOTOGRAPHY PROJECT

'A cada dia, me decepciono mais com a raça humana, tanto que às vezes tenho vontade de me transformar em uma cobra'.

As três metades do INO Moxo, César Calvo

Quando a invasão territorial chegou ao continente americano, registrou-se a existência de mais de 150 línguas indígenas na Amazônia peruana. Hoje, pouco mais de 40 sobrevivem e muitas delas estão em risco de extinção.

Imaginar a dimensão do conhecimento perdido implica pensar no processo de construção da linguagem. Como nomeamos as coisas que nos rodeiam? Como geramos um sistema que se desenvolve em diálogo com o conhecimento do entorno?

Muitas vezes, ouvi dizer que o Peru vive e viveu de costas para a Amazônia. Essa idéia de dar as costas mostra como a sociedade e o estado moldaram sua idéia de nação: a partir de um centro onde a maneira de entender o desenvolvimento está distante das necessidades e dos direitos de muitas comunidades nativas que habitam a Amazônia.

Esse grupo de imagens representa uma aproximação a partir das limitações de um estrangeiro que busca entender e reconhecer um território. Imagens que abordam questões distintas, como o desmatamento, o tráfico de animais selvagens e a poluição dos rios, em atrito com imagens de comunidades nativas como os Ashaninka e os Shawi. E elas também propõem uma aproximação mais sensorial ao que não pode ser visto, mas que pode ser sentido através da fascinação por se aproximar das múltiplas dimensões que a Amazônia oferece.

Saber que mais de 100 maneiras de nomear uma onça desapareceram é uma situação tão desesperadora quanto saber que o mesmo animal está à beira da extinção. Nesse ritmo, não teremos palavras ou onças para nomear.

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LUCIANO CANDISIANI: BRASIL

A Amazônia diversa

PHOTOGRAPHY PROJECT

O fotógrafo Luciano Candisani mostra a biodiversidade amazônica com retratos de espécies florestais icônicas em seu habitat natural. Este breve ensaio é concluído com fotografias de comunidades tradicionais que utilizam espécies vegetais e animais da floresta tropical de maneira sustentável.

Assim, ele viaja entre o mundo subaquático de botos, entre as árvores freqüentadas por onças, a coleta de açaí e castanhas, e a pesca controlada do Pirarucu. É uma interpretação da biodiversidade que não exclui a espécie humana, em um possível equilíbrio com o meio ambiente.

O fotógrafo Luciano Candisani vem interpretando culturas e ecossistemas tradicionais ao redor do mundo há mais de duas décadas. Ele recebeu alguns dos principais prêmios internacionais de fotografia e foi duas vezes júri no prestigiado World Press Photo, na Holanda. Suas fotografias aparecem em exposições, galerias de arte e museus no Brasil e no exterior.

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01. Boto vermelho no Rio Negro, Amazonas.

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02. Boto vermelho no Rio Negro, Amazonas.

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03. Rio Oiapoque, Amapá.

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04. Rio Xeruini, Roraima.

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05. Arquipélago de Anavilhanas, Rio Negro, Amazonas.

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06. Igapó no Rio Negro, Amazonas.

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07. Onça-pintada, Mamirauá, Amazonas.

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08. Coleta do Açaí, Reserva Extrativista do Cajari, Amapá.

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09. Coleta da Castanha do Brasil, Reserva Extrativista do Cajari, Amapá.

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10. Seringueiro, Reserva Extrativista do Tapajós-Arapiuns, Pará.

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11. Pesca do Pirarucu, Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá, Amazonas.

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12. Pesca do Pirarucu, Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá, Amazonas.

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13. Peixe-boi amazônico, Alter do chão, Pará.

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14. Tartaruga da Amazônia, Rio Oiapoque, Amapá.

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15. Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá, Amazonas.

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VICTOR MORIYAMA BRASIL

A floresta tropical em chamas

PHOTOGRAPHY PROJECT

2019 foi o ano em que mais florestas tropicais brasileiras foram perdidas na última década. A destruição da floresta é uma prova do mal que chegou na Amazônia. A abertura da floresta tropical para a indústria, juntamente com cortes no financiamento e no pessoal, que enfraqueceram as leis ambientais, estão entre as principais causas. Sem controle federal, ondas de madeireiros, fazendeiros e mineiros chegaram ansiosas para atender a uma demanda global.

Por volta de 2014, o Brasil começou a entrar em uma profunda recessão econômica e, no ano seguinte, o desmatamento aumentou à medida que fazendeiros e madeireiros procuravam novas terras para explorar. A Amazônia, da qual se obtiveram seringueiras, minerais e terras férteis durante séculos, era o lugar óbvio para se ir.

O agronegócio sempre foi forte no Brasil. Agora, representa quase um quarto do PIB do país e adquiriu ainda mais poder econômico e político. A região amazônica abriga fazendas de soja, minas de ouro e minério de ferro, e fazendas com mais de 50 milhões de cabeças de gado.

Os incêndios geraram uma reação mundial de políticos, de personalidades influentes e da opinião pública. Após os incêndios, a comunidade internacional exigiu a adoção de medidas urgentes para impedir o desmatamento na Amazônia. Em 2020, as taxas de desmatamento continuam crescendo e atingindo níveis históricos. A expectativa é de que os incêndios ilegais na região sejam ainda piores este ano do que em 2019.

Durante dois meses, documentei esse triste episódio na história da Amazônia e das mudanças climáticas globais em uma missão especial para o New York Times.

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01. PORTO VELHO, RONDÔNIA, BRASIL, 25 DE AGOSTO: Incêndio em uma seção da floresta amazônica em 25 de agosto de 2019 em Porto Velho, Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o número de incêndios detectados por satélite na região amazônica naquele mês foi o mais alto desde 2010. (Foto: Victor Moriyama)

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02. RIO PARDO, RONDÔNIA, BRASIL, SETEMBRO DE 2019: Uma equipe de brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) combate o incêndio de uma fazenda que se espalhou para a área de floresta amazônica, perto da cidade de Rio Pardo. (Foto: Victor Moriyama para o The New York Times)

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03. PORTO VELHO, RONDÔNIA, BRASIL, 25 DE AGOSTO: Incêndio em uma seção da floresta amazônica em 25 de agosto de 2019 em Porto Velho, Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o número de incêndios detectados por satélite na região amazônica naquele mês foi o mais alto desde 2010. (Foto: Victor Moriyama)

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04. CANDEIAS DO JAMARI, RONDÔNIA, BRASIL: Vista aérea de uma grande área queimada na cidade de Candeias do Jamari, no estado de Rondônia. (Foto: Victor Moriyama / Greenpeace)

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05. PORTO VELHO, RONDÔNIA, BRASIL: Vista aérea de áreas queimadas na floresta amazônica. (Foto: Victor Moriyama / Greenpeace)

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06. PORTO VELHO, RONDÔNIA, BRASIL, 25 DE AGOSTO: Incêndio em uma seção da floresta amazônica em 25 de agosto de 2019 em Porto Velho, Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o número de incêndios detectados por satélite na região amazônica naquele mês foi o mais alto desde 2010. (Foto: Victor Moriyama)

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07. RIO PARDO, RONDÔNIA, BRASIL, SETEMBRO DE 2019: Uma equipe de brigadistas do Ibama trabalha para combater o incêndio em uma fazenda que se espalhou pela área de floresta amazônica, perto da cidade de Rio Pardo. (Foto: Victor Moriyama para o The New York Times)

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08. MANDACARU, MATO GROSSO, BRASIL, 1 DE SETEMBRO DE 2019: A queima das pastagens de uma fazenda de gado se espalha para a área florestal vizinha na região de Mandacaru, perto da Usina Hidrelétrica Teles Pires, no estado do Mato Grosso. Os incêndios no estado do Mato Grosso aumentaram cerca de 80% em comparação a agosto de 2018. (Foto: Victor Moriyama para o The New York Times)

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09. RIO PARDO, RONDÔNIA, BRASIL, SETEMBRO DE 2019: Uma equipe de brigadistas do Ibama trabalha para combater o incêndio de uma fazenda que se espalhou para a área de floresta amazônica, perto da cidade de Rio Pardo. (Foto: Victor Moriyama para o The New York Times)

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10. Uma equipe de madeireiros legais derrubando uma sequóia brasileira na Floresta Nacional de Caxiuanã, no estado do Pará. (Foto: Victor Moriyama)

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11. APIACÁS, MATO GROSSO, BRASIL, 2 DE SETEMBRO DE 2019: Área de floresta queimada perto de uma fazenda de gado. (Foto: Victor Moriyama para o The New York Times)

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12. APIACÁS, MATO GROSSO, BRASIL, 2 DE SETEMBRO DE 2019: Trabalhadores cortam toras na cidade de Apiacás, que ocupa o terceiro lugar em número de incêndios no estado do Mato Grosso. (Foto: Victor Moriyama para o The New York Times)

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13. Trabalhadores suspeitos de extração ilegal de madeira são interrogados pela polícia ambiental do estado do Pará. Algumas operações ilegais de extração de madeira são suspeitas de manter os trabalhadores em condições comparáveis ​​à escravidão. (Foto: Victor Moriyama)

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14. Madeira extraída legalmente na Floresta Nacional de Caxiuanã, no estado do Pará. (Foto: Victor Moriyama)

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15. ALTA FLORESTA, MATO GROSSO, BRASIL, 31 DE AGOSTO DE 2019: Vista aérea de um garimpo ilegal de ouro no meio da floresta amazônica. (Foto: Victor Moriyama para o The New York Times)

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NICOLA OKIN FRIOLI
ECUADOR

uma intervenção insustentável

PHOTOGRAPHY PROJECT

O projeto de Nicola Okin mostra as diferentes formas de resistência dos povos indígenas da Amazônia equatoriana contra atividades de extração nas mãos de empresas estrangeiras. O território Shuar e Achuar é rico em cobre e ouro. Mais ao norte, na província de Pastaza, Orellana e Sucumbío, onde vivem Záparas, Kichwas, Kofán e Sionas, entre outros, a ameaça é a extração de petróleo.

Há dez anos, um grupo de comunidades amazônicas alcançou uma vitória legal histórica contra uma das empresas mais poderosas do mundo: a Chevron. Em 1964, a empresa petroleira Texaco (hoje Chevron) chegou ao Equador com uma concessão de 1,5 milhão de hectares na Amazônia para extração na província de Sucumbiós e Orellana, retirando o petróleo de 450 mil hectares de sua propriedade. Quando chegou, os únicos habitantes da área eram os povos indígenas, povos ancestrais da floresta tropical e colonos.

A gigante petroleira admitiu no Tribunal Constitucional do Equador ter despejado 19 bilhões de galões de produtos químicos brutos e nocivos diretamente em rios e piscinas descobertas por décadas, em uma região particularmente biodiversa da floresta tropical equatoriana. Com estas ações, eles economizaram quase US$ 2 por cada barril de petróleo, e contaminaram uma área de 4.000 quilômetros quadrados.

Contaminantes nos solos e nas águas subterrâneas ainda persistem no ambiente. Centenas de depósitos de rejeitos ainda estão presentes, lixiviando águas tóxicas durante as chuvas, e transportando metais pesados ​​como mercúrio e cádmio, hidrocarbonetos de petróleo, e outros aditivos poluentes que têm sérias conseqüências para a saúde.

. A presença de abortos e câncer é significativamente maior em comunidades expostas à contaminação por petróleo. A região agora tem as maiores taxas de câncer do país e não há hospitais locais especializados nesta doença.

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Grupo de jovens Kichwas de guarda durante o dia da assembléia convocada para interromper o andamento da construção de uma usina hidrelétrica no Rio Piatúa, que não realizou consulta prévia com os membros da comunidade. A empresa Genefran iniciou um trabalho preliminar, que teve que ser bloqueado pela pressão indígena em defesa de seus rios e de suas fontes de água. A declaração indígena dizia que eles queimariam uma máquina todos os dias até que a empresa decidisse removê-las permanentemente. Cantón de Santa Clara, Província de Pastaza.

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Vista do rio Bobonaza da comunidade de Sarayaku.

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Oleodutos para o transporte de petróleo na área de Centinela de la Patria, Coca, província de Orellana, atualmente em uso por diversas empresas de petróleo em operação.

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Guardas Sinangoe A'i Kofán vigiam a ponte suspensa da comunidade, o único acesso a ela. Província de Sucumbío.

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Uma mulher do povo Zápara olha pela janela de um pequeno avião que acaba de pousar na comunidade Morete, no território de Zápara, na Amazônia equatoriana. Este território é cercado por milhares de acres de floresta primária e, portanto, só é acessível através do ar. Não há estradas, e uma pessoa levaria quase uma semana para chegar lá a pé. A ausência de uma estrada é uma bênção para a população local, pois permite que ela controle e preserve seu território, impedindo o desmatamento. A chegada de um avião é um acontecimento especial, pois é o único contato com o 'mundo moderno'. Comunidade Morete, Província de Pastaza, Equador.

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À esquerda: Queima de gás durante a produção de petróleo extraído na província de Sucumbío.




À esquerda: Rosto do ex-presidente do Equador, Rafael Correa, no que resta de um pôster dentro de uma casa Shuar na comunidade de Paandin, província de Morona-Santiago.

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Poço de petróleo no Alto Bermejo, província de Sucumbíos. Há alguns anos, a produção de petróleo no Equador chegava a uma média de 470.000 barris por dia. Cerca de 44% do petróleo é extraído por empresas privadas e o restante por empresas estatais como Petroecuador, Petroamazonas e Río Napo. (Reuters, 2010).

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À direita: Um homem da comunidade de Tsumtsuim. No momento, homens de Tsumtsuim estão sujeitos a um mandado de prisão, não podendo deixar sua comunidade por correrem o risco de serem presos. Comunidade Shuar de Tsumtsuim, província de Morona-Santiago.




Javier Ushigua, 20 anos, é presidente da Comunidade Yaku Runa, na província de Pastaza. Seus traços representam uma mistura de três nacionalidades indígenas da Amazônia. Sua avó, de nacionalidade Shuar, casou-se com um homem Achuar e sua mãe, com um homem da nação Zápara. Ele representa um resumo quase completo de onde está a comunidade em que vive.

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Exibição do documentário 'Cordilheira del Cóndor - Paraíso Amenazado' (Cordilheira do Condor - Paraíso Ameaçado) em uma tela improvisada de papel e fita crepe na sede da Federação Interprovincial de Centros Shuar (FICSH) em Sucua, Província de Morona-Santiago, 19 de novembro de 2016. O documentário foi exibido pelo advogado Mario Melo para os líderes Shuar das diferentes comunidades de Morona-Santiago, com o objetivo de trazer informações sobre as reais consequências da mineração em larga escala, durante um workshop da Fundação Tiam.

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MIDIA INDIA BRAZIL

uma rede de comunicação indígena

PHOTOGRAPHY PROJECT

A Mídia Índia é um projeto de formação de uma rede de comunicação descentralizada que produz e difunde conteúdos e pautas inerentes a questão indígena no Brasil, respeitando as especificidades de cada povo, a partir da lógica colaborativa de compartilhamento e de comunicação, conectando e empoderando jovens indígenas de todo o país. A Mídia Índia possibilita a troca de tecnologias, experiências e, principalmente, a representatividade indígena nos meios de comunicação, com a difusão de suas lutas e como mais uma ferramenta de exigência de direitos.

A ideia surgiu em 2015, depois de um Curso de Formação em Audiovisual na Terra Indígena Arariboia, quando três dos participantes decidiram formar a rede Mídia Índia para ser um ponto focal do movimento indígena, dando visibilidade e utilizando a comunicação como ferramenta de luta.

O projeto foi lançado oficialmente em abril de 2017 na maior mobilização anual de indígenas do Brasil, o Acampamento Terra Livre. A partir dali, somado ao apoio de coletivos de ativistas e de redes de comunicação já existentes, forma-se um grupo de 10 jovens que inicia seu processo de formação e de empoderamento por meio de ferramentas de mídia e comunicação.

A proposta do projeto é fortalecer a Mídia Índia como um veículo oficial de comunicação da causa indígena, ampliando a difusão e visibilidade de suas lutas, de sua busca por direitos e por terras. É um dos únicos veículos de comunicação formado por indígenas, coordenado por indígenas e com foco na luta indígena. O projeto também pretende qualificar sua equipe por meio de capacitação e de cursos de formação com oficinas e encontros, em parceria com organizações indígenas como a Coiab e a Apib, e mídias livres como a Mídia NINJA, o projeto 'Indian Thing', entre outros.

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01. Eric Marky Terena - Membro da Mídia Índia, jornalista indígena e especialista em etnomedia. Pertencente ao Povo Terena da Terra Indígena Cachoeirinha, Mato Grosso do Sul.

Suas fotos retratam o povo KOKAMA, que vive na região do Alto Solimões, na região amazônica, na cidade de Novo Progresso. As imagens retratam o trabalho diário dos povos indígenas e seu cotidiano.

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02. Eric Marky Terena - Membro da Mídia Índia, jornalista indígena e especialista em etnomídia. Pertencente ao Povo Terena da Terra Indígena Cachoeirinha, Mato Grosso do Sul.

Suas fotos retratam o povo KOKAMA, que vive na região do Alto Solimões, na região amazônica, na cidade de Novo Progresso. As imagens retratam o trabalho diário dos povos indígenas e seu cotidiano.

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03. Eric Marky Terena - Membro da Mídia Índia, jornalista indígena e especialista em etnomídia. Pertencente ao Povo Terena da Terra Indígena Cachoeirinha, Mato Grosso do Sul.

Suas fotos retratam o povo KOKAMA, que vive na região do Alto Solimões, na região amazônica, na cidade de Novo Progresso. As imagens retratam o trabalho diário dos povos indígenas e seu cotidiano.

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04. Eric Marky Terena - Membro da Mídia Índia, jornalista indígena e especialista em etnomídia. Pertencente ao Povo Terena da Terra Indígena Cachoeirinha, Mato Grosso do Sul.

Suas fotos retratam o povo KOKAMA, que vive na região do Alto Solimões, na região amazônica, na cidade de Novo Progresso. As imagens retratam o trabalho diário dos povos indígenas e seu cotidiano.

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05. Eric Marky Terena - Membro da Mídia Índia, jornalista indígena e especialista em etnomídia. Pertencente ao Povo Terena da Terra Indígena Cachoeirinha, Mato Grosso do Sul.

Suas fotos retratam o povo KOKAMA, que vive na região do Alto Solimões, na região amazônica, na cidade de Novo Progresso. As imagens retratam o trabalho diário dos povos indígenas e seu cotidiano.

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06. Eric Marky Terena - Membro da Mídia Índia, jornalista indígena e especialista em etnomídia. Pertencente ao Povo Terena da Terra Indígena Cachoeirinha, Mato Grosso do Sul.

Suas fotos retratam o povo KOKAMA, que vive na região do Alto Solimões, na região amazônica, na cidade de Novo Progresso. As imagens retratam o trabalho diário dos povos indígenas e seu cotidiano.

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07. Eric Marky Terena - Membro da Mídia Índia, jornalista indígena e especialista em etnomídia. Pertencente ao Povo Terena da Terra Indígena Cachoeirinha, Mato Grosso do Sul.

Suas fotos retratam o povo KOKAMA, que vive na região do Alto Solimões, na região amazônica, na cidade de Novo Progresso. As imagens retratam o trabalho diário dos povos indígenas e seu cotidiano.

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08. Eric Marky Terena - Membro da Mídia Índia, jornalista indígena e especialista em etnomídia. Pertencente ao Povo Terena da Terra Indígena Cachoeirinha, Mato Grosso do Sul.

Suas fotos retratam o povo KOKAMA, que vive na região do Alto Solimões, na região amazônica, na cidade de Novo Progresso. As imagens retratam o trabalho diário dos povos indígenas e seu cotidiano.

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09. Mulheres Kisedje colhendo matéria prima para a confecção de artesanatos.

Artesanatos do povo Kisedje. São delicadamente feitos por mulheres e homens das aldeias Kisedje no Território Indígena Wawi, no Xingu. São feitos com a própria matéria prima do território e outros materiais não indígenas que dão vida nas cores e nos traços dos artesanatos. Organizados pela Associação Indígena Kisedje – AIK, os artefatos são comercializados na loja da sede da Associação e com outros parceiros de fora do território. Dessa forma, parentes, visitantes e consumidores da cidade adquirem os produtos. Ao comprar estes produtos, o consumidor colabora com a organização do povo Kisedje, valorizando seu trabalho e fortalecendo seu território, com a renda sendo revertida para a própria família produtora e para o povo Kisedje através de um fundo bancário.

Fotos de Kamikia Kisedje - Membro da Mídia Índia, pertencente ao Povo Kisedje, Terra Indígena Wawi, estado de Mato Grosso. Formada pelo projeto 'Vídeo nas Aldeias', uma escola de cinema para indígenas do Brasil.

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10. Uma mulher Kisedje colhendo pimenta. Projeto Mendije Nho Wájsy: Pimenta Tradicional das Mulheres do Povo Kisedje. O projeto foi desenvolvido com as mulheres das quatro aldeias do povo Kisêdje, na Terra Indígena Wawi, Mato Grosso. O projeto da pimenta possibilita um complemento na renda familiar e comunitária, dando acesso a produtos manufaturados que hoje são necessários no mundo do não índio. Este projeto tem como objetivo apoiar a organização das mulheres das quatro aldeias do povo Kisedje na produção, no processamento e na comercialização justa da pimenta moída, considerando também o resgate, o registro e a garantia da transmissão do conhecimento cultural e tradicional e da geração de renda de forma sustentável.

Fotos de Kamikia Kisedje - Membro da Mídia Índia, pertencente ao Povo Kisedje, Terra Indígena Wawi, estado de Mato Grosso. Formada pelo projeto “Vídeo nas Aldeias”, uma escola de cinema para indígenas do Brasil.

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11. Mulheres Kisedje colhendo matéria prima para a confecção de artesanatos. Artesanatos do povo Kisedje. São delicadamente feitos por mulheres e homens das aldeias Kisedje no Território Indígena Wawi, no Xingu. São feitos com a própria matéria prima do território e outros materiais não indígenas que dão vida nas cores e nos traços dos artesanatos. Organizados pela Associação Indígena Kisedje – AIK, os artefatos são comercializados na loja da sede da Associação e com outros parceiros de fora do território. Dessa forma, parentes, visitantes e consumidores da cidade adquirem os produtos. Ao comprar estes produtos, o consumidor colabora com a organização do povo Kisedje, valorizando seu trabalho e fortalecendo seu território, com a renda sendo revertida para a própria família produtora e para o povo Kisedje através de um fundo bancário.

Fotos de Kamikia Kisedje - Membro da Mídia Índia, pertencente ao Povo Kisedje, Terra Indígena Wawi, estado de Mato Grosso. Formada pelo projeto “Vídeo nas Aldeias”, uma escola de cinema para indígenas do Brasil.

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12. Mulheres Kisedje colhendo matéria prima para a confecção de artesanatos. Artesanatos do povo Kisedje. São delicadamente feitos por mulheres e homens das aldeias Kisedje no Território Indígena Wawi, no Xingu. São feitos com a própria matéria prima do território e outros materiais não indígenas que dão vida nas cores e nos traços dos artesanatos. Organizados pela Associação Indígena Kisedje – AIK, os artefatos são comercializados na loja da sede da Associação e com outros parceiros de fora do território. Dessa forma, parentes, visitantes e consumidores da cidade adquirem os produtos. Ao comprar estes produtos, o consumidor colabora com a organização do povo Kisedje, valorizando seu trabalho e fortalecendo seu território, com a renda sendo revertida para a própria família produtora e para o povo Kisedje através de um fundo bancário.

Fotos de Kamikia Kisedje - Membro da Mídia Índia, pertencente ao Povo Kisedje, Terra Indígena Wawi, estado de Mato Grosso. Formada pelo projeto “Vídeo nas Aldeias”, uma escola de cinema para indígenas do Brasil.

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13. Meninas e meninos cortando rama de mandioca para plantar na roça. Jovens executando o Projeto Hurusi da aldeia Ngosoko. Resgate de variedades e plantio de mandioca para produção de farinha e polvilho, buscando alimentação de qualidade e renda através da comercialização.

Fotos de Kamikia Kisedje - Membro da Mídia Índia, pertencente ao Povo Kisedje, Terra Indígena Wawi, estado de Mato Grosso. Formada pelo projeto “Vídeo nas Aldeias”, uma escola de cinema para indígenas do Brasil.

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14. Mulheres Kisedje colhendo matéria prima para a confecção de artesanatos. Artesanatos do povo Kisedje. São delicadamente feitos por mulheres e homens das aldeias Kisedje no Território Indígena Wawi, no Xingu. São feitos com a própria matéria prima do território e outros materiais não indígenas que dão vida nas cores e nos traços dos artesanatos. Organizados pela Associação Indígena Kisedje – AIK, os artefatos são comercializados na loja da sede da Associação e com outros parceiros de fora do território. Dessa forma, parentes, visitantes e consumidores da cidade adquirem os produtos. Ao comprar estes produtos, o consumidor colabora com a organização do povo Kisedje, valorizando seu trabalho e fortalecendo seu território, com a renda sendo revertida para a própria família produtora e para o povo Kisedje através de um fundo bancário.

Fotos de Kamikia Kisedje - Membro da Mídia Índia, pertencente ao Povo Kisedje, Terra Indígena Wawi, estado de Mato Grosso. Formada pelo projeto 'Vídeo nas Aldeias', uma escola de cinema para indígenas do Brasil.

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